GILI TRAWANGAN: UM PARAÍSO JUNTO A BALI


Gili Trawangan é a maior ilha de um conjunto de três ilhas: Gili Meno a mais pequena e Gili Air.

Mesmo sendo a maior, é facilmente percorrida de bicicleta e para os mais aventureiros a pé.

Quando decidi ir para Bali, além da parte cultural, queria passar algum tempo numa praia paradisíaca, dai a escolha de Gili Trawangan ter sido lógica, porque era o único local com praias de areia branca e águas quentes e azuis.

Mas chegar à ilha é penoso… às 06h30 já tinha uma carrinha à porta do hotel onde estava em Ubud, para me levar ao porto de embarque.

Lá entrei na carrinha e hora e meia depois estava no porto de Padang Bai. Comprei o bilhete online para a companhia Gili Cat, que incluiu o transfer do hotel. Paguei perto de 50 euros = 750 IDR por bilhete de ida e volta. É verdade que o preço não foi barato, mas para o paraíso não há preço.

Embarquei no primeiro barco da manhã, às 09h00. Pelo caminho parámos em Lombok para deixar alguns passageiros e por fim estávamos em Gili Trawangan, pelas 10h30.

Deslumbrada pela praia, só queria chegar ao hotel Luce D’Alma Resort & Spa e despachar as malas, para cair nas águas cristalinas e quentes que estavam à minha frente.

O caminho até ao hotel foi feito num Cidomo, o meio de transporte mais famoso da ilha, que consiste numa carroça carregada por um burro. O engraçado é que todas as carroças estão decoradas e se não for este transporte, só mesmo a bicicleta ou o nosso pé nos serve, já que nesta ilha não são permitidos os veículos a motor.

O tão famoso Cidomo

O hotel escolhido foi o Luce d’Alma Resort & Spa, minutos a pé da praia, mas com um serviço irrepreensível.

Todos os quartos têm acesso direto à piscina

Instalei-me e fiquei completamente deslumbrada pelo tamanho e qualidade do quarto, agarrei numa bicicleta (o hotel empresta) e lá fui à aventura. Apanhei uma chuvada tropical pelo caminho, mas a sensação de liberdade era tanta, que nem me importei.

Aqui não tinha planos, só queria desfrutar do ambiente e deixar-me ir…

A convidar ao descanso…

Todos os dias comia à beira da praia, um snack ao almoço e marisco à escolha ao jantar.

Paga a peso: escolhe, pesam e estabelecem o preço, mas sempre com alguma margem para negociar

O meu companheiro de refeição

Para desmoer e como a ilha é muito pequena, aproveitava para ir dar um passo de dança num dos bares com animação disponível. Lembro-me que numa noite havia uma festa na praia e de repente começou a tocar uma música portuguesa, tal foi a loucura!

Dancei como se não houvesse amanhã.

Foram dias maravilhosos, de puro descanso, com algumas tempestades tropicais pelo meio, mas nada que me tirasse a felicidade da alma.

Dicas

– Levar dinheiro porque não há multibanco (pelo menos quando lá fui em 2012 não havia, não sei se já mudou);

– Marcar passeios de snorkelling às ilhas vizinhas;

– Visitar o centro de conservação das tartarugas;

– Agarrar numa bicicleta e dar a volta à ilha, aproveitando para parar e mergulhar nas praias que ainda se mantêm desertas;

– Pode ser um bom local para tirar um curso de mergulho, porque a ilha tem muita oferta e com instrutores a dominarem diversas línguas;

– Não há muitas lojas, por isso se vai à espera de ir às compras desengane-se;

– A população é de origem muçulmana, por isso não se assuste quando pela manhã começa a ouvir o chamamento para as orações

– Não esquecer de levar bastante protetor solar, porque mesmo sem sol, o ar queima e não é pouco

– De resto descanse bastante e aproveite para passar os melhores dias da sua vida!

Praia deserta

Uma das poucas lojas da ilha

Instrutores de mergulho de diversas nacionalidades

Mercado de rua

Igreja muçulmana na ilha

Tartarugas bebés no Centro de Resgate

Uma das muitas esplanadas na areia

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